Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e VIVO apresentam:

Festa Nacional da Música - De 21 a 24 de Out

Artistas


Falcão

O irreverente cantor baiano retorna à Festa Nacional da Música. Além de cantor, é arquiteto e compositor, nascido na cidade de Pereiro (Ceará). Criou-se e foi alfabetizado lá mesmo, no interior cearense, de onde saiu com 11 anos e uma vasta experiência em matéria de traquinagens, e foi morar na capital Fortaleza. Aí, formou-se em Arquitetura pela Universidade Federal do Ceará. Apareceu no começo dos anos 90, com releituras satíricas da música brega em espetáculos que primavam pela teatralidade. Seu primeiro disco, “Bonito, Lindo e Joiado” (1991), lançado de maneira independente (e depois relançado pela BMG Ariola), chamou a atenção do público do brasileiro com “I´m Not Dog No”, versão em inglês macarrônico de “Eu Não Sou Cachorro Não”, sucesso do ícone brega Waldick Soriano.

No disco seguinte, “O Dinheiro Não é Tudo, Mas é 100%” (1994), Falcão voltaria à receita com “Black People Car” (versão de “Fuscão Preto”, anteriormente popularizada na voz de Almir Rogério) e se notabilizaria com composições do tipo “Onde Houver Fé, Que eu Leve a Dúvida” e “As Bonitas que Me Perdoem, Mas a Feiúra é de Lascar”.

Já conhecido pelo público nacional e também internacional; por sua singular figura (um sujeito com 1,93cm de altura vestido com roupas de cores berrantes, em combinações esdrúxulas), e seu tão comentado humor inteligente e único; emplacou outro grande sucesso, a já clássica, “Hollyday Foi Muito”, em seu terceiro disco, “A Besteira é a Base da Sabedoria” (1995).

Em seguida, lançou “A Um Passo da MPB” (1997, dos sucessos “I Love You Tonight” e “Mulher Mala”); “Quanto pior, Melhor” (1998, em que regravou “Tu És O MDC da Minha Vida”, bem-humorada incursão de Raul Seixas e Paulo Coelho na seara do brega); “500 Anos de Chifre” (1999, disco-tributo aos grandes mestres do gênero, como Alípio Martins, de “Lá Vai Ele”); e “Do Penico à Bomba Atômica”, disco de 2000, onde estão “No cume” e a atualíssima “A multa”.

Após seis anos sem lançar nenhum CD, fazendo apenas shows pelo Brasil e sua turnê pela Europa e Estados Unidos; sempre com suas aparições em rádios e TVs, o mega-brega Falcão voltou aos estúdios e lançou no fim de 2006, o álbum “What porra is this”. Como o próprio cantor disse na época, é uma obra para surpreender o “fã apaixonado ou o ouvinte incauto sobre a sua categoria e sinceridade estética”.

Há pouco lançou o CD “Sucessão de sucessos que se sucedem sucessivamente sem cessar”, que, revela canonicamente, “até o Papa Francisco teria ouvido entre uma e outra aparição na Praça São Pedro”. É que o novo trabalho de Falcão tem pérolas que jamais passarão. Entre elas: “Lasque a rola em Tonha”, brincadeira com “Like a rolling stone”, de Bob Dylan, “Mulheres modernas”, “Coração de frango” e outras maravilhas piramidais. “É meu disco definitivo, até que chegue o próximo”.

Arquiteto, desenhista, escritor, colunista, o cantor Falcão, já vendeu mais de três milhões de cópias de seus nove CD’s lançados. Seu humor inteligente e extravagante, cativa todas as classes de público, inclusive os sem nenhuma classe.

Falcão apresenta semanalmente, na TV Diário de Fortaleza, o programa “Leruaite”, um talk show marcadamente moleque – com todos os ingredientes da celebrada “molecagem cearense”. Condimentado de gags e muita arrumação, tem situações e quadros surpreendentes: “S’eu cozinho com Falcão”, “Siobrando”, “Vassoura de varrer rastro de corno...” entre outros.

Acompanhado de quarteto em que os componentes são cegos, ou quase, o Leruaite do Falcão orbita entre o escracho possível e o intelectualismo necessário. Alcança índices de audiência significativos, tem várias reprises na semana.

Após a elogiável performance em “Cine Holliúdy”, sucesso de bilheteria e no Brasil, sob a direção do premiado Halder Gomes, Falcão gravou também o filme “O Shaolin do Sertão”, interpretando um mestre de artes marciais que prepara para a luta do século o descolado Shaolin, vivido pelo ator e humorista Edmilson Filho. E já está em fase de pós-produção o já gravado “Cine Holliúdy 2 – A chibata Sideral”, em que faz o papel de um cego que é cinéfilo, especializado em sci fi. Filmou também, recentemente, participações nos longas metragem “O amor dá trabalho” e “O candidato honesto 2”, com Leandro Hassum.

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