Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer apresenta:

Festa Nacional da Música -

Artistas


BOM GOSTO

No começo da década de 1990, três irmãos – Flávio Régis (surdo, cuíca e vocal), Fernando Macaé (tantã) e Fábio Beça (voz e pandeiro) – animavam as festinhas do subúrbio de Vila Valqueire, no Rio de Janeiro, carregando seus pandeiros e tantãs para todos os lados.

A paixão pelo samba era antiga, e no começo tudo era só divertimento. Com a chegada de Mug, que trazia um cavaco e a voz para botar uma pilha no recém-formado grupo, a coisa cresceu, tomou corpo, e o que era apenas uma brincadeira foi ficando cada vez mais sério. O grupo começou a se apresentar em festas e eventos variados, abrindo shows para os outros artistas ou participando de rodas de samba, construindo aos poucos o seu próprio público.

Em 2002, com uma nova formação que incluiu Deco (voz e banjo) e André Neguinho (percussão e voz), o Bom Gosto retomou a estrada, mas desta vez com uma nova proposta: eles mesmos bancarem os eventos onde iriam tocar. E foi pelos subúrbios do Rio e pela Barra da Tijuca que eles começaram a nova empreitada.

Apadrinhados pelo grupo Fundo de Quintal, seus eventos cresceram tanto que hoje são realizados todos os domingos na quadra do Jacarepaguá Tênis Clube, um lugar com espaço e estrutura para a grande galera que adora acompanhar os shows. Foi quando surgiu a proposta do empresário Sergio Monza (do Sorriso Maroto) para profissionalizar ainda mais o trabalho, com a gravação de um CD ao vivo. O lugar escolhido foi o bar Metido a Besta, na Barra da Tijuca, que oferecia as condições ideais de acústica e acomodação para os 400 fãs que participaram da gravação.

No repertório do disco, sucessos próprios como “Tanta Coisa Pra Falar” – a primeira a tocar nas rádios – além de composições de mestres como Paulo César Feital e Altay Veloso, Almir Guineto e Sombrinha e até mesmo Ana Carolina e Totonho Villeroy.

No quarto CD e terceiro DVD, “Subúrbio Bom”, assinado pela Som Livre e gravado na casa noturna Barra Music, no Rio, o grupo traz a alma do subúrbio carioca às outras periferias e cidades do Brasil e exterior. Com um samba que flerta com o rap, o blues e a black music, o álbum se divide em canções novas e já tradicionais do repertório, como “Patricinha do Olho Azul”. “A Casa Caiu” e “Curtindo a Vida”.

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