Artistas

De 12 a 25 de Out
Porto Alegre - RS

Eli Soares

Depois de ser homenageado na edição 2016, o músico, cantor e compositor mineiro Eli Soares volta este ano à Festa Nacional da Música para apresentar seu mais novo CD, “Memórias”. O álbum traz canções que marcaram os últimos 20 anos da música gospel no Brasil. Lançado pela Universal Music Christian Group, o terceiro projeto do cantor na gravadora tem como desafio a interpretação de “músicas que abençoaram uma geração”, revela Eli. “Memórias” contou com a direção artística de Marcos Roberto e foi mixado no BRC Estúdio, pelo mestre da MPB e Pop/Rock, o engenheiro de som Luiz Paulo Serafim.

Acompanhado por sua banda, composta pelos músicos, Alexandre Fininho (bateria), Junior Braguinha (baixo), Marcus Abjaud (teclado), Cacau Santos (guitarra) e Josué Lopes (sax), Eli Soares conta com o violão de Felipe Carvalho e, mais uma vez, com a participação especial do violonista Cainã Cavalcante.

“Memórias” abre com o louvor “Não posso te deixar”, sucesso de autoria de Kleber Lucas, que ganha interpretação emocionada e afinada de Eli, acompanhado apenas do teclado. A canção “Louvemos ao Senhor”, imortalizada pelo compositor Adhemar de Campos, ganhou roupagem charme, com solos de sax e coral composto pelo próprio cantor.

Mais duas canções de Adhemar de Campos no repertório de álbum: a terceira faixa, o louvor “Tributo a YEHOVAH (Eu sou grato)”, música que evoca a prece em domínio vocal de Eli, e a quinta faixa, “Ele é exaltado”, clássico da compositora texana Twila Paris, com versão de Adhemar Campos.

“Ao único”, quarta faixa do álbum, canção de Benedito Carlos que Aline Barros defendeu com sucesso, ganha agora a assinatura de Eli Soares, além da banda em harmonia para a letra que traduz a fé, com os versos que abrem a canção: “Ao único que é digno de receber / A honra e a glória, / A força e o poder / Ao rei, eterno, imortal / Invisível, mas real / A Ele ministramos o louvor…”

Eli Soares ainda trouxe “Tu vives entre os querubins”, do pastor Sóstenes Mendes, uma balada que exalta o soberano, quando diz: “Tu vives entre os querubins / E nas alturas está o teu trono / Teu nome é soberano”. E a faixa sete do álbum, “Portas Abertas”, canção de Paulo Cezar, anteriormente interpretada pelo Grupo Logos. A balada “Nenhuma condenação há”, de Armando Filho, é outra canção emblemática para quem, nos últimos 20 anos, vive no Evangelho.

A canção “Seja Engrandecido”, do compositor, maestro e arranjador Genésio de Souza atesta: “Aleluia, te louvo / Pois sei que sobre todos és Senhor”. A faixa dez, “Maravilhoso És”, de Bené Gomes, é louvor que ganhou solos de sax e interpretação grandiosa do cantor. O hit “Estrela da manhã”, do compositor Natinha, o Jônatas M. Liasch, teólogo e líder da Banda Rara, é mais uma balada que louva com emoção.

Canções consagradas, que marcaram um tempo, que deixam um legado para a música gospel brasileira: “São músicas que ficaram na memória das pessoas, que abençoaram gerações, canções cantadas dentro das igrejas. Aprendi a tocar violão tocando essas músicas. Uma responsabilidade.”

Para fechar o repertório do álbum, “Cenas”, do pastor Daniel Gomes. Esta canção ficou conhecida por meio da interpretação do renomado cantor Álvaro Tito. Acompanhado do virtuoso violão de Cainã Cavalcante, Eli Soares faz uma oração.

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